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terça-feira, 20 de outubro de 2020

quinta-feira, 30 de março de 2017

A Busca de Narada



"Como você tem sorte!" observou Vishnu, examinando afetuosamente o Sábio Narada. Naquele momento, ele acabava de retornar ao céu, depois de uma de suas peregrinações ocasionais à Terra.
"Não há dúvida que tenho sorte, meu Senhor, pois nunca parei de cantar seu nome!"
"Você tem sorte porque visita a Terra frequentemente e muitas vezes entra em contato com meus verdadeiros devotos - aquelas almas abençoadas", explicou Vishnu.
Narada refletiu por um momento sobre a observação. Entrar em contato com devotos, os bons e os abençoados, era isso uma grande dádiva?
Incapaz de refreiar sua dúvida por muito tempo, perguntou a Vishnu:
"Ó Senhor, tenho a certeza de que, realmente, entrar em contato com verdadeiros devotos é algo que proporciona uma grande alegria. Aguardo ansiosamente por essas experiências. Mesmo asim, sua observação me intriga. Pode isso ser tão importante ao ponto de alguém considerar-se felizardo por essa razão?"
 O Senhor sorriu:
"Narada, você gostaria de testar a veracidade de minha observação?" Narada ficou um pouco confuso com a sugestão, pois não havia dúvida de que nem um pingo de incerteza podia existir no que Vishnu havia dito. Ao mesmo tempo, irresistível era sua curiosidade; aqui estava, talvez, uma outra oportunidade para testemunhar um ato do mistério de Deus em ação!
"Sugiro, ó Narada", disse Vishnu, "que você se encaminhe para a floresta de Dandakaranya. Na parte oeste da floresta verde, encontra-se uma velha árvore Bania. Num ninho, em um de seus buracos, encontra-se um passarinho novo. De fato, ele saiu da casca há apenas uma hora. O pequenino pássaro deve ser capaz de lhe dizer o que você quer saber."
 Que ele pudesse esperar algum esclarecimento de um passarinho, surpreendeu Narada. Porém, imediatamente partiu para Dandakaranya. Sua surpresa logo foi substituída por uma sensação de curiosidade. Não descansou até achar a árvore Bania. Realmente, em um de seus buracos havia um ninho, no qual um passarinho novo estava começando a bater suas pequeninas asas. Mas ainda não tinha visto a luz do Sol ou a brisa.
 Narada tocou o pássaro afetuosamente. O pássaro olhou-o fixamente. Porém, antes que Narada tivesse tido tempo de fazer-lhe sua pergunta, ele caiu morto!
 Narada ficou chocado com esse acontecimento inesperado. Enterrou o pássaro ao pé da árvore e retornou ao céu.
 "Por que está tão sério, meu nobre devoto? Parece que você ainda não recebeu a resposta à sua pergunta!" observou Vishnu, quando Narada voltou à sua presença.
 "Ó Senhor, você sabe tudo! Estou de volta mais atônico do que nunca", disse Narada.
 "Nas redondezas da cidade de Ayodhya, às margens do rio Saryu, vive um pobre jardineiro. Sua vaca acaba de ter um bezerrinho. Vá e faça a pergunta ao bezerro", foi a ordem de Vishnu desta vez.

 Narada partiu para Ayodhya imediatamente. Não demorou achar-se em frente à cabana do jardineiro.
 "É verdade que sua vaca deu à luz um bezerro?" perguntou ao jardineiro.
 Encantado de ver o santo homem, o jardineiro recebeu-o calorosamente e levou-o ao terreiro atrás da casa.
 "Ó sábio, por favor, abençoe meu bezerrinho!" pediu o jardineiro.
 Narada bateu afetuosamente no lombo do bezerrinho. Ele fixou os olhos no rosto de Narada e caiu estatelado no chão. Narada retraiu-se com medo de que o destino que se abatera sobre o pássaro tivesse agora alcançado o bezerrinho também! Sua suspeita confirmou a verdade. O jardineiro examinou o bezerro com grande ansiedade e descobriu que ele estava morto. Olhou para o sábio com olhos espantados.
 Bem atordoado, Narada retirou-se apressadamente.
 "Ó Senhor, não esperava que você me causasse tanto transtorno, quando tudo que queria era saber o benefício de nossa associação com almas grandes e boas", disse Narada a Vishnu, sua voz traindo seus sentimentos magoados.

 "Tenha paciência, meu prudente sábio, está longe de mim causar-lhe qualquer embaraço. Na verdade, não estou fazendo outra coisa a não ser ajudá-lo a encontrar a resposta à sua pergunta." disse Vishnu com um sorriso de compaixão. Então acrescentou:

 "Um príncipe nasceu, filho do Rei da dinastia Chola. Estou certo de que se você encontrar o pequeno príncipe, ficará plenamente satisfeito."
 Narada não estava certo se iria seguir a mesma espécie de ordem outra vez. Porém Vishnu disse:
 "Não tenho dúvida de que fará como disse, pois você nunca procedeu de outra maneira!"
 Na verdade, fosse o resultado encantador ou humilhante, um verdadeiro devoto do Senhor nunca hesitaria em agir de acordo com a vontade do Senhor. Narada estava outra vez no seu espírito alegre. Não muito depois, ele foi visto entrando no palácio dos Cholas.
 Aconteceu que o rei o conhecia. Ele e sua corte deram as boas vindas ao sábio, com impressionantes demonstrações de reverência.
 "Ó sábio, visitas suas são bênçãos enviadas por Deus para mim. Hoje fui abençoado com um filho. Sua vinda torna o dia auspicioso. Por favor, abençoe o príncipe infante", disse o rei.
 Narada sentiu um estremecimento no coração.
 "Espero e oro para que o príncipe não siga o caminho do pássaro e do bezerro", disse para si mesmo. Porém, sua confiança no Senhor ajudou-o a vencer seus temores.
 "Ficaria feliz de abençoar o príncipe, mas gostaria de ficar sozinho com ele por um momento", disse Narada.
 "Como quiser, ó grande sábio", disse o rei.
 A rainha e suas servas retiraram-se do quarto onde o belo príncipe estava deitado. O príncipe virou-se para olhar o sábio. Um doce sorriso brincava em seus lábios.
 "Acredito que você possa satisfazer uma pergunta minha. Qual é o benefício de nossa associação com almas grandes e boas?" perguntou Narada à criança.
 "Ótimo! Eu sou o exemplo vivo deste benefício", respondeu o príncipe.
 "Não compreendo!" confessou Narada.
 "Nascido como um pássaro, por um momento entrei em contato com você, ó grande e boa alma! Meu espírito sofreu um impulso para cima e nasci como um bezerro. Aconteceu que entrei de novo em abençoado contato com você, ó grande e boa alma! Meu espírito obteve uma elevação. Abandonei minha forma bovina e aqui estou eu - reencarnado num ser humano, um príncipe! Eu me inclino diante de Ti, ó grande Narada!" explicou o príncipe, irradiando alegria.
Narada ficou emocionado. Abençoou o príncipe e partiu, cantando a glória do Senhor.


 Aulas às quinta- feria 16:30 às 17:30 horas.






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quarta-feira, 15 de março de 2017

Ações e Destinos



Na floresta, nos arredores da cidade de Pratishthana, vivia um eremita que era considerado um gênio fantástico para predizer eventos. As pessoas afluíam para ele a fim de saberem seu futuro, sem se importarem com o fato de que o eremita não gostasse de satisfazer sua curiosidade.
O eremita continuadamente mudava seu acampamento, adentrando-se cada vez mais na floresta, até que as pessoas ficaram cansadas de procurá-lo e desistiram de sua busca.
Um dia, Vipul e Vijan perderam-se no caminho, enquanto tomavam um atalho na floresta, no percurso entre Pratisthana e outra cidade. Perambularam à volta até ficar escuro. Tinham medo dos ataques das feras ou bandidos e procuravam desesperadamente por um abrigo.
Tarde da noite, viram um feixe de luz atrás de um arbusto. Aproximaram-se do lugar com o coração trêmulo e logo alcançaram uma cabana - perto de um riacho murmurante, numa atmosfera cheia de fragrância de sândalo e folhas de Tulsi.
Espiaram dentro da cabana e viram um velho imerso em transe. Adivinharam que ele seria eremita reputado por suas acuradas profecias.
O medo os abandonou na presença do eremita. Acocoraram-se no chão da cabana e, quando o eremita abriu os olhos, prostraram-se diante dele.
O eremita ouviu a história que contaram e deu-lhes variados frutos para comer.
"Relaxem. De manhã, tomem um banho no riacho. Alguns de meus discípulos devem estar aqui depois do amanhecer. Pedirei a um deles para mostrar-lhes como sair da floresta", disse o compassivo eremita.
Eles fizeram o que foi aconselhado pelo eremita. Porém, quando chegou a hora de partirem, ficaram diante dele com as mãos postas e disseram:
"Senhor, sabemos de suas maravilhosas capacidades para predizer o futuro das pessoas. Seríamos tolos se deixássemos sua presença sem conhecer nosso futuro, agora que a chance nos colocou face a face com o senhor!"
"Olhem aqui, rapazes, não gosto de predizer coisas. Pode não ser bom para vocês conhecerem o futuro. Além disso, seu futuro como está agora, pode não permanecer inalterado!" disse o eremita.
Mas os jovens permaneceram onde estavam esperando que o eremita satisfizesse seu desejo.
"Tudo bem", disse o eremita. "Sentem-se quietos por um momento."
Vipul e Vijan sentaram-se de pernas cruzadas diante dele enquanto o eremita meditava sobre eles. Então, olhando para Vipul, disse com a voz firme daquele que sabe:
"Você será rei dentro de um ano."
Então com o olhar fixo em Vijan disse:
"Pena, rapaz, você morrerá nas mãos de um assassino dentro de um ano!"
Os dois amigos inclinaram-se diante dele e despediram-se.
Uma vez na floresta, Vipul não podia conter sua alegria e dançava como um possesso. No entanto, Vijan ficava cada vez mais sombrio. Era muito natural.
De volta à cidade, Vipul comportou-se com orgulho e arrogância:
"Vou decapitá-lo quando me tornar rei!" era o refrão de sua fala quando ficava aborrecido com alguém, incluindo seus companheiros. As pessoas sabiam que o eremita profetizara que ele se tornaria um rei e estavam temerosas de contradizê-lo. Diante dele conduziam-se com temor.
Vijan, que era um professor, fazia seu trabalho com grande devoção e passava o resto de seu tempo orando. Quando não estava orando, estava servindo pessoas à sua volta. Era humilde com todos. Vagarosamente saiu de seu humor sombrio e a morte não mais parecia se agigantar dele. Havia se entregado a Deus.
Seis meses se passaram. Uma noite Vipul chamou Vijan e disse:
"Querido amigo. Vou sair para escolher um lugar para o meu futuro palácio. Você não quer me ajudar na escolha?"
Vijan acompanhou Vipul. Estavam ambos examinando uma região deserta quando Vipul tropeçou em um pote meio enterrado. Desenterrou-o, removeu a tampa e viu que continha ouro.
Hurrah! Gritou. ”Minha sorte começou a despontar! Agora devo usar este dinheiro para preparar-me para receber a coroa que está vindo para mim!"
Ele mal acabara de falar quando um bandido pulou de um arbusto e tentou se apoderar do pote em sua mão. Quando Vijan veio socorrer o amigo, o bandido atacou-o com um punhal. Porém, Vijan era mais forte que ele e também conhecia truques de autodefesa. Deu um leve murro no sujeito, e o punhal caiu da mão do bandido, embora Vijan tivesse recebido um corte no ombro. O bandido fugiu.
O agradecido Vipul ofereceu a Vijan a metade da riqueza que o pote continha. Mas Vijan polidamente recusou a oferta, dizendo que, como tinha que morrer brevemente, ele não necessitava de dinheiro.
Vipul gastou a riqueza extravagantemente - comendo, bebendo e se divertindo de muitos modos dúbios.
Um ano inteiro se passou. Não havia sinal de qualquer coroa que estivesse chegado para Vipul, nem da morte se aproximando de Vijan.
Eles esperaram por algum tempo. Depois foram procurar o eremita que, enquanto isso, havia se entranhado ainda mais na floresta.
"Senhor, como suas profecias deram errado?" perguntaram-lhe quando, por fim, o encontraram.
O eremita sentou-se em meditação por um longo tempo. Então ele disse a Vipul:
"Seu destino mudou por causa se suas estúpidas ações durante esses meses. A coroa que lhe era destinada foi reduzida a um pote cheio de ouro que você achou no campo."
Virando-se para Vijan, disse:
"Suas preces, humildade e confiança, no Divino mudaram seu destino também. A morte pela mão de um assassino foi reduzida a um mero ferimento produzido por ele."
Os dois amigos retornaram silenciosamente.

Aulas às quinta- feria 16:30 às 17:30 horas.






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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

O dia em que o Sol se recusou a brilhar


Certa vez, quando a Terra ainda era bem jovem, as aves e os animais reclamaram que o Sol era luminoso e quente demais. Alguns deles chegaram até a desejar que ele não nascesse todos os dias, assim seria possível ter uma folga. O Sol, quando atravessava o mundo de uma ponta à outra, ouviu tudo o que vinha sendo dito e ficou furioso. Então, certa manhã, se recusou a nascer.
Num primeiro momento, os animais e as aves ficaram muito contentes. Estava fresco. Podiam dormir quanto quisessem. Mas logo alguns dos animais e das aves que não enxergavam bem no escuro – e havia muitos – começaram a ficar famintos. Reclamaram de novo, dessa vez porque o Sol não aparecia. Culparam-se uns aos outros e concluíram que a ideia de que o Sol não nascesse tinha sido bem idiota. 
Finalmente, se reuniram e decidiram enviar uma comissão para conversar com o Sol. E um pequeno grupo de aves e animais foi a seu encontro para implorar que ele voltasse. 
Mas o Sol ainda estava muito bravo para concordar em colaborar. 
– Azar – disse ele. – Vocês deveriam ter pensando melhor antes. Eu ajudo as plantas a crescer e as flores a desabrochar. Todos os animais e as aves, e até mesmo o homem, precisam de mim para viver, mas vocês não foram espertos o suficiente para entender isso. 
O grupo retornou cabisbaixo. E a cada dia a vida ficava mais difícil. Rapidamente, entraram em estado de depressão e desânimo. Quem eles poderiam enviar dessa vez? Quem poderia convencer o Sol? Por fim, alguém sugeriu que fosse o galo. Ele era bem-apessoado, falava com eloquência e polidez e, mais importante, nunca tinha reclamado do Sol como os demais haviam feito. 
O galo ficou perplexo. 
– Mas vocês falharam! – admirou-se. – As feras mais poderosas e os pássaros mais belos já falaram com ele. Por que eu serei bem-sucedido? 
Os animais, no entanto, continuaram a suplicar. 
– Você precisa salvar a Terra – argumentaram. 
Então, muito a contragosto, o galo partiu ao encontro do Sol. 
– Senhor meu Sol, rei da criação – começou ele. – Imploro pela sua volta, para que a Terra se restabeleça. Você é quente e luminoso, precisamos desse calor e dessa luz. Nada se desenvolve sem você. Não podemos enxergar a beleza da Terra sem você. Só há trevas e desalento. Represento os pequenos animais e aves. Não temos o que comer, pois as plantas não crescem mais. Estamos sendo mortos pelos predadores noturnos, pois não conseguimos nos esconder o tempo todo nem ver no escuro. Não queríamos que você fosse embora, mas ninguém nos deu ouvidos, apenas aos rugidos das grandes feras. 
O Sol se compadeceu. 
– Se houvesse mais criaturas assim – resmungou –, eu pensaria em voltar. Mas há tão poucos de vocês... 
– De forma alguma – retrucou o galo. – A Terra é repleta de pequenos seres, alguns tão minúsculos que nem é possível percebê-los. Foi uma tolice deixar os maiores fazer esse alarde. Foi um engano que não se repetirá. E prometo que a cada manhã estarei presente para cumprimentá-lo.
uma história de Nagaland 

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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Os Guerreiros do Arco-íris

Os Guerreiros do Arco-íris 
Era uma vez x crianças estrelas (x - tantas crianças quantas estiverem ouvindo) que desceram do céu e chegaram à Terra com uma missão: Descobrir o tesouro que morava no fim do arco-íris. Acontece que o arco-íris iniciava no mar, atravessava a floresta é só ia terminar atrás de uma montanha muito alta chamada Himalaia. Lá, contavam os adultos, moravam sábios e Deuses que poderiam dar às crianças, o maior presente do mundo! Então lá forma elas, atrás do arco-íris: Atravessaram terras, rios e mares, caminhando, remando, nadando, enfrentando chuvas, ventos e sóis. Descansaram no tronco das árvores, voaram nas asas dos pássaros e até aproveitaram para plantar sementes nos campos onde não havia flores! Elas também atravessaram uma floresta muito escura: Espreguiçaram-se com o gato e aprenderam com ele a serem flexíveis, enfrentaram o bravo leão e aprenderam com ele a serem corajosas...rastejaram com a serpente, pularam com o sapo; e quando precisaram descansar a cuca, imitaram a tartaruga. Depois de atravessada a floresta escura, as crianças olharam para o alto da montanha e pensaram em desistir, pois o fim do arco-íris parecia ainda distante. Então, apareceu um guerreiro firme e forte que ensinou as crianças a não desistirem de seus sonhos quando encontrarem dificuldades. E foi com a ajuda do guerreiro que elas decidiram continuar sua jornada. Foi neste momento que apareceu o grande pássaro dourado – Garuda – que ofereceu carona em suas asas gigantescas e juntos voaram até o topo da montanha. Chegando lá deram de cara com o Sol, e saudaram o grande astro protetor com o sopro Há... No alto dos Himalaias as crianças foram recebidas pelos três grandes Deuses da montanha: O Deus Brahma que as recebeu de braços abertos e ofereceu às crianças o dom da criação. O Deus Vishnu que prometeu conservá-las sempre fortes e alegres. E o Deus Shiva que dançou para elas e lhes entregou a o fogo da transformação: Aquela luz que brilha no coração de cada pessoa, animal, planta, pedra, no coração da floresta e de tudo que vive. Com esse fogo sagrado as crianças poderiam espalhar essa luz por todo o mundo. Então todas se deram as mãos, lá no topo da montanha, e cantaram a palavra mágica que acende esta luz em tudo que que se pode ver, tocar e amar: Namaste!
 História de Karin M. Véras