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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Uma visita iluminada


Quando estamos centrados e conectados com o Universo nossa mente faz ligações com os objetos externos que nem imaginaríamos. Durante o curso do ultimo final de semana ( primeira aula da Viviane)  recebemos a visita de uma mariposa. Me fez lembrar de Agastya Muni, o nome dele é citado em nosso Arati, Agastya também é o nome de uma espécie de mariposa, não esta da foto, mas a minha mente me levou ao grande sábio e vamos –lá conhecer um pouquinho dele :

Ele é reverenciado como santo patrono de muitos devotos no sul da Índia. Alguns dizem que foi o sábio Agastya que primeiro popularizou a religião Védica no sul da Índia. Agastya e seu clã tem o credito de serem os autores de muitos mantras do Rig Veda, a mais antiga e relevante escritura Hindu, de modo que a princípios mantras terem sido revelados para eles pelo espírito supremo Brahman. Alguns consideram, Agastya ser um dos grandes sete sábios ou Saptarshis. 

O Humilde e as montanhas Vindhya

As Lendas dizem que as montanhas Vindhya que separavam o norte e o sul da Índia tinham mostrado a tendência a crescer tão alto que obstruiriam a passagem do sol. Isto foi acompanhado com o aumento da vaidade por parte das montanhas, que exigiram que Surya, o deus-sol, deveria circundar as Vindhyas da mesma forma que fazia o Monte Meru (identificado por alguns como sendo o polo norte). A única maneira de fazer as mesmas se moderarem, seria por astucia, e escolheram Agastya para fazer isso.

Agastya viajou do norte para o sul, e no caminho encontrou as intransponíveis montanhas Vindhya. Ele perguntou as montanhas sobre uma passagem que facilita se a passagem para o sul. Em reverência ao eminente sábio como Agastya, as montanhas Vindhya se curvaram o bastante para permitir que o sábio e a sua família cruzassem para o sul da Índia. As Vindhya também se comprometeram a não mais aumentar de tamanho até que Agastya e sua família retornassem ao norte. Agastya resolveu fixar moradia no sul, e as Vindhya, para manter a sua palavra, nunca mais cresceram. De fato, Agastya conseguiu com a astúcia algo que seria impossível de conseguir pela força.

E assim nós lembramos que quando adentramos no mundo do Yoga a única força que usamos é a nossa força interna e que é preciso Namaskaram aos grandes sábios da Tradição.  Você protege a Tradição, a Tradição protege você. 







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Com Amor Janisleine Mara

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Calendário de atividades de 2021 - Março


Srimati Radharani é a consorte eterna do Senhor Krishna. Cinco mil anos atrás, quando o Senhor Krishna veio a este planeta para realizar Seus passatempos, Srimati Radharani também estava lá.

Radha incorpora a totalidade do amor por Krishna. Assim, ela é conhecida como a personificação de Bhakti, ou devoção amorosa a Deus.

A concepção completa de Deus inclui Deus e Suas energias, que existem simultaneamente com Ele e são em um sentido idêntico a ele. A soma das energias de Krishna é Radha, sua eterna consorte. Como o sol e o sol, Krishna e Radha são um.

Amar a Deus é o nosso estado natural, e no momento anda um tanto adormecido para a humanidade. Por seu exemplo puro, Radha é o farol chamando a todos para despertar o amor pleno por Krishna. Ela também roga misericórdia para nos ajudar a alcançar esse objetivo.

Radha-Krishna são os aspectos masculino e feminino de Deus. Conhecido como o Divino Casal, juntos eles são a plena manifestação de Deus.







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Com Amor Janisleine Mara

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Calendário de atividades de 2021 - Fevereiro

 


Quando os Pavões Presentearam Krishna com Suas Penas




Os pavões jamais poderiam ser ingratos ao mestre da dança.

Quando Krishna soprou o néctar de Seus lábios para dentro da flauta, um melodioso raga, com um ritmo lento e notas de base profunda, emergiu do outro lado do instrumento. Soando como o mistificador mantra de nuvens a retumbarem, essa vibração maravilhosa encantou os pavões na colina Govardhana e em torno dela. Estimulados por esse som, seus corações começaram a cantar de alegria. Eles ergueram suas pernas, abriram suas caudas e arquearam o pescoço, enchendo os céus com sua canção. Esse parama-mohana mantra, a ressoante vibração da flauta, então, atraiu todos os pavões e todas as pavoas para até o lado da colina Govardhana, encorajando-os a entrar no passatempo da dança.


Sri Krishna, que é conhecido como Kalanidhi, a fonte de todas as artes dramáticas, ficou satisfeito com a dança dos pavões. Dirigindo-Se para o meio deles como uma magnífica nuvem, Ele os encorajou através de Seus olhares gentis e doce sorriso.


Sri Krishna é tal qual uma nuvem azul, e o som da flauta é como um trovejar. Quando nuvens comuns ressoam, sentimentos incomuns são despertados nos pavões, mas Shyamasundara não é uma nuvem comum. Ele é megha-vishesha, uma nuvem muito especial. Igualmente, o som de Sua flauta, venu, não é um trovejar comum, senão que produz um ribombar muito especial, como gargita, gargita. Quando os pavões veem essa nuvem especial e quando ouvem esse trovão especial, o êxtase deles supera qualquer experiência terrestre e, intoxicados por amor, dançam com suas esposas de uma maneira muitíssimo especial.

Sri Krishna é conhecido como Kalanidhi, a fonte de todas as artes dramáticas.

Os pavões erguiam suas pernas ritmicamente, movendo-se para frente e para trás, subindo e baixando a cabeça enquanto lágrimas de êxtase rolavam por seus olhos. Expandindo suas caudas para revelar múltiplos arco-íris, vibravam suas penas cada vez mais rapidamente, até que paravam e, então, recomeçavam lentamente, então rápido, então mais rápido.


Toda vez que paravam, os pavões gritavam ke ka, ke ka, ke ka, com sua voz ecoando pelos vales do Radha-kunda até Punchari. Encorajadas pelo êxtase de seus esposos, as pavoas olhavam de um lado para o outro, giravam em sentido horário, então em sentido anti-horário, a todo momento expandindo suas caudas negras, similares aos abanos de mulheres tímidas.


Enquanto se dava essa dança extraordinária das aves, o grande rei dos pavões, gingando sob a influência de kirtana-rasa, procedeu até os pés de lótus de Govinda, com as lágrimas de seus olhos lamaçando o chão empoeirado. Primeiramente, tocou os pés de lótus de Sri Krishna com seu bico, após o que ergueu seu rosto ao céu, gritando em êxtase: ke ka, ke ka. Sri Krishna, que conhece a língua de todos os animais, aceitou a solicitação do rei, que orou: “Querido Govinda, por favor, dance aqui conosco. Por favor, toque Sua flauta e nos faça dançar para que possamos glorificar Seus ilimitados passatempos e qualidades”.


Sem tirar a flauta de Seus lábios, Sri Krishna lançou um olhar cheio de amor ao rei dos pavões, fazendo-o cambalear debaixo do peso dessa bondade. Todos os pavões e pavoas, então, reuniram-se em uma clareira, com Sri Krishna caminhando graciosamente para o meio deles como seu convidado de honra. Uma vez no centro dessa congregação, Sri Krishna começou a dançar como os pavões, acelerando o ritmo de Seu flautear para acompanhar o ritmo de Seus passos. Movendo Seu pescoço tal qual fazem os pavões, Sri Hari arqueou Suas costas e projetou a parte detrás de Seu corpo, para o deleite de todos. Com movimentos imprevisíveis e formais, olhos correndo de um lado a outro, e ornamentos e guirlandas a balançarem, Sri Krishna parecia a deidade que preside os pavões ensinando a seus descendentes sua própria cultura.


Por residirem em Vrindavana, a felicidade dos pavões superava os êxtases imaginados pelos grandes yogis. Quando Sri Krishna começou a tocar Sua flauta, a bem-aventurança dos pavões dobrou, e quando Ele aceitou o convite deles para dançar, dobrou novamente. Contudo, quando Sri Krishna de fato começou a dançar entre eles, tocando Sua flauta e sorrindo, a dança dos pavões atingiu o ápice, e alguns desmaiaram, completamente sem consciência. Deste modo, os pavões dançaram às canções da flauta, movendo-se aos humores que Sri Krishna manifestava através de Seu emissário eterno.


Embora o tempo houvesse parado, cada segundo competia com o próximo pelo delongar dessa cena. No curso do tempo, a dança dos pavões assumiu uma natureza sem precedentes. A dança tornou-se tão extraordinária, tão rasika, que, sob a influência da potência interna de Sri Krishna, um evento miraculoso aconteceu. A flauta nas mãos de Sri Krishna, vendo a apresentação incomum de seu mestre e dos pavões, começou a soar por conta própria. Sanatana Gosvami diz: govindasya venu tad vadanami! Esse acontecimento excepcional surpreendeu imensamente até mesmo Sri Krishna, que ficou assistindo enquanto, sem Sua contribuição, a flauta tocava em resposta à dança das aves.


A prática geral da flauta é responder ao toque suave dos lábios de Sri Krishna e aos movimentos ágeis de Seus dedos, que são similares às pétalas de uma flor. Agora, sem Seu hálito de cânfora e sem qualquer atividade manual, a flauta cantava por si só. O vento a soprar por ela, era o chamado dos pavões, e sua melodia preferida, uma resposta ao grande bhava deles. Enquanto Sri Krishna segurava a flauta em Sua mão esquerda, Suas sobrancelhas arquearam de espanto, e Ele dançou ainda mais destramente, encantado pela canção automanifesta de Sua venu.


Atraída pela dança e pela música, uma grande audiência se formou para acompanhar a inconcebível apresentação. Os garotos e as vacas ficaram paralisados no prado, rodeando a assembleia de pavões que tinha Krishna como centro. Os vários animais – terrestres e voadores – ao longo das encostas da colina Govardhana, pararam de comer, beber e brincar e, completamente atônitos, fixaram seus olhos na cena abaixo.


Esses animais, que regularmente se sentavam nos picos das montanhas ansiosos por receber a audiência de Sri Krishna, as bênçãos de Seu sorriso ou a chuva de Seu olhar, ficaram radiantes ao realizar seus desejos. Para estarem mais perto de Govinda, projetaram-se para frente, quase caindo na cena abaixo. Pelo arranjo de yoga-maya, continuaram seguros, embora as leis da natureza tenham que ter sido ajustadas para isso. Outros veados negros, coelhos, cobras, pombos e passarinhos também se juntaram a eles, atraídos pelo kirtana dos pavões e pela vibração da flauta. Todos eles saboreavam o canto e a dança no vale, experimentando grande ananda pelo que viam abaixo.


Os picos de Govardhana, que totalizam 101, estavam abarrotados de aves, cobras e outros animais, e até mesmo insetos. Embora alguns fossem muito distantes, todos os espectadores, pela vontade de Sri Krishna, assistiram à performance como se estivesse bem diante de seus olhos. Os picos da colina Govardhana são conhecidos por serem belíssimos, e Jiva Goswami diz que são darshaniyani, dignos de serem vistos, pois são não-diferentes de Sri Krishna. Por essa razão, Adridharana diz, shailo’ smi: “Eu sou essa colina!” Agora, com a decoração extra de muitos animais, como ornamentos multicoloridos, eles mesmos ornamentados por sintomas de êxtase, os picos de Giriraja atingiram um esplendor jamais visto.


Os muitos animais no topo da colina Govardhana foram imensamente influenciados pelo espetáculo diante deles. O efeito de seus assentos divinos, isto é, rochas, grama e solo de Govardhana, assento estes que também sentiam insuperável êxtase, primeiro fez com que ficassem inativos, então imóveis e, por fim, atônitos. Além de assistirem sem piscar os olhos, deram consigo incapazes de mover qualquer outra parte do corpo. Muitos desses animais haviam visto Sri Krishna ali no passado. Agora, sobrepujados pela fortuna de revê-lO, bem-aventurados por assistirem à apresentação, pensaram, aho ati ramyam asi: “Que prazeroso é este lugar de encontro!”


Conforme seus ares vitais entravam em contato com o elemento terra, o sattvika-bhava da rigidez, stabdha, manifestou-se progressivamente nos membros das criaturas. Por verem a dança dos pavões ensandecidos, ouvirem a encantadora melodia da flauta e testemunharem a beleza sem paralelo (parama sundara) de Sri Krishna, os animais foram tomados de êxtase. Por causa de sua bhagavan avesha, completa absorção em Sri Krishna, os animais de Vraja atingiram uma perfeição desconhecida ao maior dos yogis.


Ouvindo a vibração da flauta e observando a dança dos pavões, os animais de Govardhana ficaram atônitos, toda a Vrindavana ficou imóvel, e todas as entidades vivas, de Patala até Vaikuntha, ficaram imóveis.


Vista do topo da colina Govardhana ou vista de Vaikuntha, a disposição de todos era extraordinariamente encantadora. O grande prado, que era o palco da dança dos pavões, era um amuleto de esmeralda no qual foram afixadas as pedras vaidurya dos pavões, rodeando a safira de nome Sri Krishna, engastada no ouro de Seu dhoti de seda. As vacas eram as pérolas, tão brancas quanto neve, nas margens; os turbantes dos vaqueirinhos eram uma incrustação de coral e rubi, e o anel de árvores, um arranjo de jades. Embora esse amuleto fosse estático, suas pedras se moviam individualmente; embora seu formato fosse fixo, sempre mudava. Como o amuleto de proteção de Vrindavana, esse artefato protege eternamente os habitantes de Vrindavana da crescente febre da saudade de Govinda.


O fim da manhã abriu alas para o meio-dia, e a fadiga tomou conta dos pavões. Juntando-se à audiência, assistiram, encantados, enquanto Sri Krishna Nataraja continuava a dançar. Sua flauta vibrava espontaneamente em Sua mão. Seus olhos de lótus se fecharam, imerso como estava em Seus próprios êxtases. O Supremo Senhor da dança, absorto em algum estado incompreensível, dançou aqui e ali, tal qual uma nuvem solitária se move pelo céu.


Depois que os ecos do kirtana se calaram, um silêncio místico rodeou o som da flauta, o tilintar de Seus guizos de tornozelo e o baixo tatham tatham das passadas de Sri Krishna. Não havia canto de passarinhos, nenhum mugir e nenhum movimento nas árvores. As abelhas pararam de zumbir, o Yamuna parou de correr, e todos os outros sons pastoris se descontinuaram. A terra da maravilha, Vrindavana, entrou em transe conforme seu mestre, Sri Krishna, dançava sozinho ao ritmo de Seus próprios passos.


Intoxicado por Seu êxtase, a flauta na mão de lótus de Sri Krishna seguia solando por si mesma. Alegrado por essa vibração transcendental, Govinda esticou-Se e mergulhou nas ondas dos muitos bhavas musicais. Ao ritmo que Seus pés de lótus golpeavam o chão, a flauta mudava seu compasso; ao ritmo do tilintar de Seus guizos de tornozelo, jham jham, a flauta ressoava; segundo Seus membros expressavam Seu êxtase, as notas modulares elevavam Suas disposições amorosas. Se Sri Krishna dançava ao som da flauta ou se a flauta tocava segundo a dança de Krishna era um mistério insolúvel. Mesmo Sri Baladeva, o conhecedor de tudo, julgou que a competição deles era um empate.


O turbante sobre a cabeça de Sri Krishna estava torto, e as decorações do mesmo estavam todas em desalinho. Sua guirlanda e adornos, como pilhagens no campo de batalha, embelezavam o prado com imenso esplendor. A poeira dourada levantada do chão repousava sobre Seu cabelo, e gotas de suor, como diamantes, brilhavam em Sua forma de safira. A beleza extraordinária de Sri Hari, como uma bebida nectárea sempre saborosa, estava sendo constantemente bebida pelos olhos dos vaqueirinhos, das vacas e animais silvestres.


Assim como Ele era incapaz de dançar, eles eram incapazes de parar de meditar nEle. Sua forma inconcebível de graça, Seus movimentos artísticos de deleite estético e a canção da flauta de enigmática bem-aventurança encantavam Seus associados como um feitiço hipnótico.


Dias de Brahma se passaram até o momento em que Haladhara, como uma majestosa nuvem branca, aproximou-Se de Seu irmão mais novo e abraçou-O gentilmente com Seus braços. Pouco a pouco, a consciência externa de Sri Krishna retornou, e Ele abriu Seus olhos de lótus. Gradualmente, olhou ao redor. Como se fossem um só corpo, Seus alegres amigos, as vacas e as criaturas nos vales ou nos picos, perto ou longe, grandes ou pequenos, todos prenderam o fôlego. Então, um sorriso radiante se formou nos lábios de Krishna, vermelhos como a fruta bimba, e, para toda e cada entidade viva, era como se Sri Krishna olhasse em seus olhos e sorrisse exclusivamente para ela. Mais uma vez, como se fossem um só corpo, compartilhando de uma respiração universal, todos suspiraram de felicidade. A brisa produzida por essa exalação correu pelos pastos de Vraja como uma corrente de vento cheia de êxtase e com perfume de cânfora.


Alguns garotos ajudaram Balarama a tirar a poeira dos membros de Krishna, trocaram a roupa dEle e renovaram Seus adornos. Então, tal qual a Lua rodeada por suas estrelas, Govinda mais uma vez brilhou no amor refletido de Seus amigos e de Suas vacas. Nesse momento, o rei dos pavões, rodeado por seus ministros e séquito, aproximou-se do Senhor Hari em uma postura de imensa humildade. Curvando-se ao chão, eles disseram: “Querido Krishna, somos criaturas baixas da floresta e, não tendo posses, vivemos nas árvores e comemos quaisquer flores e ervas que estejam disponíveis na estação. Ao nos fazer dançar, Você criou um grande festival de bem-aventurança, pelo qual permanecemos eternamente endividados com Você. Apesar da nossa pobreza, é nosso dever oferecer Sua dakshina [remuneração] – caso não o fizéssemos, pareceríamos ingratos e perderíamos nossa reputação. Portanto, peço que Você aceite nossa única riqueza, as penas de nosso corpo, e as utilize em Sua coroa como decoração”. Com abundantes lágrimas a cascatearem por seu bico, o líder dos pavões deixou cair muitas penas divinas, de uma coloração extraordinária, aos pés de lótus de Govinda.


Homens deste mundo graciosamente aceitam presentes como símbolo de amor. De igual modo, Sri Krishna recebeu com alegria as oferendas dos pavões e, conforme pegava as penas, acariciava amorosamente a cabeça deles, para o grande júbilo de todos. Ele colocou algumas penas em Seu turbante e, segurando as demais em Sua mão, retornou para Seus amigos, que O abraçaram com amor e afeição.






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Com Amor Janisleine Mara

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Calendário de atividades de 2021 - Janeiro

E vamos iniciar o calendário de atividades de 2021 assim com as luzes  acessas para iluminar nossa jornada.


Arati

As luzes movimentam-se quando se cantam os mantras. Isto mostra que o Senhor é Jyoti Swarupa (cuja forma real é Luz). O devoto diz: “Ó Senhor! Tu és a luz no sol, na lua, no fogo. Afasta a escuridão de mim, outorga-me tua luz divina. Que meu intelecto seja iluminado”. A luz produzida através da canfora denota que o ego individual esta sendo purificado e o Jivatma (alma individual) está se tornando única com a Suprema Luz das Luzes.






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Com Amor Janisleine Mara

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Formação em Yoga

Yoga é para todos, mas como o ser humano passa por várias etapas na vida e cada uma delas há uma necessidade de observação diferente neste módulo falaremos sobre gestação, infância e maturidade. Estudar todas as etapas com consistência é um dos passos primordiais para se tornar um bom professor. Alimente a semente que existe dentro de você, Se anime e venha estudar com a gente! Curta e compartilhe! 

Durante esta formação de 12 meses, o aluno recebe um ensinamento que abrange todos os aspectos da prática, teoria e filosofia do Yoga, vivenciando nos encontros a experiência direta da abertura de sua consciência, em relação ao corpo físico, mental e espiritual, adquirindo uma grande experiência em Yoga que posteriormente transmitirá a outros, como professor. 
“O curso será intenso e requer disciplina, por isto deve haver sinceridade em seu desejo de aprender e seguir as regras."

Programação
Formação Contínua e Interativa (Você pode iniciar o ciclo de estudos em qualquer módulo). 
Este curso desenvolve um conceito de formação com acolhimento dos alunos novos, baseado num clima de colaboração, capaz de apoiar a formação e na aceitação da diversidade entre os formandos, uma diversidade que exige diálogo, trato, contato.
Como funciona?
Não temos um ano letivo fixo. Você poderá iniciar os estudos em qualquer módulo*, ele está estruturado de maneira em que o conhecimento é transmitido de forma retilínea. 
Os alunos mais novos são acolhidos pelos mais velhos (monitores), estes assim colocam em prática o que já foi ensinado o que o leva a ser o protagonista ativo em sua formação e transformação que o Yoga propõe. 
Objetivo
A formação interativa do professorado tende a facilitar a reflexão prática-teórica sobre a própria prática, mediante a análise do aprendizado, a compreensão, a interpretação e a intervenção sobre este; a capacidade do professorado de produzir conhecimento pedagógico mediante a prática, assim como o intercâmbio de experiências entre iguais e com mais novos, para possibilitar a firmeza do conhecimento, e aumentar a comunicação entre o grupo
Programação do Módulo 12

Data:08-09/12/2018
Sábado:9 horas às 18 horas
Mantras – Meditação
Aula: Crianças, Gestante e Maturidade
Conferência – Yoga Sutras - Vibhūti Pāda 
Conferência – Ética do professor e legislação atual
Sat Sang
Domingo: 8 horas às 12 horas
Conferência: Yoga Sutras - Kaivalya Pāda
Sat Sang
Puja.  

Visite também:
Álbum de receitas vegetarianas: Faça com amor






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