segunda-feira, 12 de novembro de 2012

As várias concepções de Deus no hinduísmo



1- Deus ultrapassa as faculdades de percepção, de compreensão e de imaginação do homem, que não poderá nunca conhecê-lo na sua verdade total e absoluta, verdade que os hindus designam pelo nome de Brahman ou pela sílaba mística AUM.
2-  Mais ou menos diretamente, Deus é ao mesmo tempo a causa eficiente e a causa material de todos os objetos e conhecimentos, embora estes possam ser considerados pelo homem que julga humanamente como bons ou maus, criadores ou destruidores, propícios ou nefastos.
3-  Se o homem não pode encontrar Deus na sua integridade, pode buscá-lo e descobri-lo através de qualquer uma de suas manifestações. Assim como aquele que vê uma lâmpada elétrica pode concluir na existência de uma central elétrica e utiliza sua produção, mesmo se ele ignora sua localização e seu funcionamento. E, no que diz respeito ao desenvolvimento espiritual, esta busca basta se for intensa.
4-  A única meta do homem na sua vida sobre a Terra é buscar Deus, aproximar-se dele. Mas tem ele escolha entre um número infinito de aspectos de deus, segundo a ordem de manifestações na qual ele se sente inclinado em buscar sua ação.
5-  Cada um dos inúmeros aspectos de Deus encontra-se personificado simbolicamente numa “Divindade” que pode fazer o objeto de um culto, mas que, entretanto, permanece no espírito do devoto como um “Aspecto”, por mais ínfimo que seja, do Deus único e que, em conseqüência, é essencialmente idêntico a este Deus e possuidor de todos seus atributos.
6-  O microcosmo da alma humana corresponde estreitamente na sua natureza, sua composição e sua evolução ao macrocosmo universal, e a maioria dos aspectos de Deus podem ser considerados num plano psicológico ou num plano cósmico, como forças da alma ou como forças da natureza.
7-  Pode se classificar as várias manifestações divinas, segundo uma espécie de hierarquia ininterrupta, porém flexível, dependendo de seu grau de plenitude, desde o Deus pessoal na sua totalidade, até o organismo mais simples. Não existe pois, abismo intransponível entre a natureza do homem tal qual nós o conhecemos, e a natureza de Deus tal qual podemos imaginá-lo, ou senti-lo, e existem entre os dois, todos os degraus intermediários.
8-  Estes vários aspectos de Deus podem apresentar entre eles ou internamente em cada um deles, contradições ou oposições aparentes tão grandes como as que existem entre as forças da natureza ou as paixões da alma humana. Não pode haver, por esta razão, nenhum dogma (no sentido cristão da palavra) que se aplique a todos eles.
BRAHMA
No ápice da hierarquia divina hindu, está evidentemente, o Brahman absoluto, do qual nada pode ser dito, por ser além de toda dualidade e escapar a toda possibilidade de relação, incluída a da devoção ou do conhecimento. A única maneira de aproximação do Brahman absoluto é tentar alcançar esta consciência da não-dualidade que pode ser vivida, mas não descrita.
Quando imaginamos o Divino como objeto de adoração ou de conhecimento, com atributos tais como a onipotência, o amor, etc., o aproximamos de nós e rebaixamos ao alcance de nosso nível de consciência, fazemos dele um Deus pessoal, que os hindus chamam Isvara. E, é este Deus que é ativo e se apresenta sob todas as formas possíveis. Mas, toda atividade pode repartir-se em três categorias: criação, conservação, destruição. Cada uma delas corresponde uma das personagens da grande Trindade Hindu: Brahma, Vishnu e Shiva.
Evidentemente, entretanto, para os homens acreditando em cadeia de vidas sucessivas e vendo no não-renascimento dentro da vida individual a meta do esforço humano, os termos de criação e de destruição não podem ter o mesmo sentido, a mesma significação que tem para nós ocidentais. Será mais exato traduzi-lo por descida no plano da consciência (altamente indesejável) da multiplicidade, e destruição deste estado pela volta da consciência da unidade, que é a única verdadeira, ou em todo o caso, a mais verdadeira das duas.
Assim Brahma, o “Criador”, o grande ancestral, aquele a quem os hindus testemunham uma profunda veneração filial, é na realidade o Deus que mergulhou o homem na vida das dualidades (conhecimento do bem e do mal, etc.), e expulsou do “Paraíso” da verdade absoluta. Isto explica porque os hindus não lhe são particularmente gratos. Em toda a Índia, não existem mais de meia-dúzia de templos dedicados à Brahma.
SHIVA
Shiva pelo contrário, o destruidor da diferenciação, é aquele que devolve ao homem a consciência original da unidade, e lhe dá assim a libertação final. Por esta razão, Shiva se apresenta sob dois aspectos aparentemente incompatíveis, inseparáveis em realidade.
De um lado ele é o maior benfeitor, o libertador, aquele para quem o homem se volta com a maior esperança. E do outro lado, é o terrível (Rudra) sem piedade por tudo o que freia ou atrasa nossa evolução. É também o grande asceta, modelo e guia daqueles que se dedicam exclusivamente à busca da libertação. E sendo que a morte no plano dos sentidos materiais, no plano do espaço e do tempo, é também nascimento na vida eterna. Shiva, Deus da morte, é geralmente representado pelo símbolo da geração. O grande Deus por excelência (Mahesvara) tem inúmeros templos e altares que lhe são dedicados.
VISHNU
Assim como entre o nascimento e a morte se situa a vida, entre o Deus que nos lança na multiplicidade e aquele que nos liberta, encontra-se aquele que nos protege e nos guia através desta vida, o Deus da religião propriamente dito: Vishnu. Ele é o companheiro, o amigo, o aurige, aquele que para compartilhar de nossos sofrimentos, nossas paixões, nossas lutas, nossas tentações, “se faz homem”, desce na terra como avatar, como encarnação de Deus todas as vezes que a humanidade necessita ser redimida. Ele é o Deus a quem se implora e adora sob inúmeras formas e sob inúmeros nomes, e para quem milhões de templos são erguidos através de todo o solo indiano, desde as verdadeiras “catedrais” das cidades santas onde ele se manifestou, até o modesto altar da família hindu, e o montículo de pedras, postos em sua honra a beira do caminho.
OS AVATARES
Dois dos avatares de Vishnu, gozam na Índia de um fervor todo especial. É, em primeiro lugar, Rama, modelo de todas as virtudes, as mais altas, que ensina pelo seu exemplo muito mais que pelas suas palavras. E depois Krishna, que se apresenta sob o duplo aspecto de jovem pastor divino, despertando em homens e mulheres um intenso sentimento de adoração mística, triunfando sobre todos os demônios que devastam o mundo, e de inspirador sábio e poderoso da elite, dos grandes chefes, guiando-os no meio da batalha dispensando estes ensinamentos de alta espiritualidade que encerra o Bhagavad-Gita.
SHAKTI
Segundo a concepção hindu, o divino, sob qualquer um de seus aspectos, somente pode manifestar-se, graças a seu poder de manifestação correspondente, sua Shakti, e esta se encontra simbolizada por uma mulher, uma deusa, a esposa do Deus. Todas estas deusas, de inúmeros nomes, são simples aspectos da Shakti suprema, que é chamada de mãe divina, que serve de meio para o Deus gerar o seu Universo.
SHAKTIS
Entre elas, Sarasvati, Shakti de Brahma, representa “a penetrante sagacidade do conhecimento íntimo” que finda na perfeição, na criação.
Kali, Shakti de Shiva, esplendida energia, vontade esmagadora, destrói implacavelmente todas as imperfeições, e exige que o homem sacrifique tudo o que lhe é mais caro, para caminhar livre, na vida espiritual ardente, em direção à libertação.
Lakshmi, Shakti de Vishnu, soberana da harmonia e do ritmo sutil do universo, representa a opulência e a beleza. Lakshmi encarna geralmente ao mesmo tempo em que Vishnu e como sua esposa. Assim Sita, a casta e fiel esposa de Rama, é o modelo da mulher hindu. Radha, a mais perfeita devota de Krishna, alcançou ao grau supremo do amor que confere o conhecimento de Deus.
UNIDADE ESSENCIAL DOS DEUSES
Quando nos surpreendemos ao verificar que os hindus, ao evocarem tal ou qual Deus mais ou menos secundário, não somente visualizam muitas vezes nele, o Deus supremo, mas ainda dedicam-lhe os nomes de todos os outros Deuses (Tu és Vishnu, Tu és Shiva, Tu és Agni, Tu és Indra, etc.) nós esquecemos que a ciência demonstrou a unidade essencial de todas as formas de energia e a possibilidade de as transformar de energia: “Tu és luz, Tu és Calor, Tu és Som, Tu és Vibração, Tu és Eletricidade e Tu és Força”.
Se o Vishnuista, prosternado diante da estátua de seu deus favorito, se dirige a ele dizendo “Tu és Shiva”, o shivaita que se dirige ao seu Deus, dizes também “Tu és Vishnu”. Não existe entre dois cultos, nenhuma antimonia, assim como não existe antimonia no catolicismo entre a adoração do sagrado Coração de Jesus e a adoração de Nossa Senhora de Lourdes. Esta consciência da unidade divina através de todos os símbolos se traduz mesmo na iconografia, e não é raro encontrar imagens representando Vishnu-Shiva (Hari-Hara), ou Brahma-Vishnu-Shiva (Trimurti), ou ainda o Deus e sua Shakti (Ardhanarishvara) reunidos num só corpo.
PODER DA TRIMURTI
Os membros da grande Trindade sejam diretamente, seja por meio de sua Shakti, de seus avatares ou de suas emanações, exercem sobre o mundo um poder absoluto. Nada pode se opor a eles. Cocientes da unidade integral da qual são apenas aspectos inseparáveis dirigem o jogo (Lila) da vida ao seu modo, e dele são legisladores todo poderosos. Os homens podem adorá-los e na medida em que se conformam, as regras por eles ditadas, aproximar-se deles, modelar-se sobre eles, até o ponto de imergir-se definitivamente neles. Cada uma destas atitudes levando a estados de consciência que a terminologia hindu chama de Paraísos.
DIVINDADES SECUNDÁRIAS
Ao redor de Shiva e de Vishnu gravitam ainda divindades secundárias que representam aspectos mais humildes, mais acessíveis ao homem, de todas as grandes forças espirituais e que, por conseguinte são objetos de ardente culto popular. O fato de estas divindades serem representadas muitas vezes meio humanas, meio animais, indica provavelmente que seus ensinamentos se dirigem a homens que ainda não se desvencilharam das propensões e paixões sexuais animais, da natureza humana. As mais populares são o macaco Hanuman, o modelo perfeito servo de Deus, encarnação da castidade e da virilidade, e Ganesha, o Deus com a cabeça de elefante simboliza a fé absoluta na força espiritual e na graça divina.
Os Nagas (serpentes), guardiãs das verdades espirituais e dos poderes ocultos de seus detentores possuem, põem a prova os homens que querem conquistá-las.
MITOLOGIA HINDU
Nós estamos acostumados à mitologia greco-romana, que nos foi transmitida quase exclusivamente sob forma literária, com um harmonioso concateamento de todos os mitos e de todos os laços que unem um Deus a outro. Por isso sentimo-nos completamente desconcertados, quando abordamos a mitologia hindu, que se conservou estreitamente ligada às realidades cósmicas ou psicológicas que ela apresenta, e sobre as quais se modela continuamente. Para nós, se um Deus é pai de um outro, é inconcebível que este Deus possa ser ao mesmo tempo seu irmão ou seu filho. Mas as forças que estes Deuses simbolizam não têm entre elas relações tão compartimentadas e fáceis de catalogar. A semente é filha da arvore, mas ao mesmo tempo é sua mãe. Podemos considerar as obras de um artista ou de um escritor como sua progenitora e, entretanto falamos de um homem que é filho de suas obras. O ódio é filho do medo e, entretanto ele também o gera.

Chakras - O corpo astral e os mistérios da mente



Os Chakras são centros de energia vital sutil no Sushumna nadi. Eles são locais de armazenamento das forças energéticas e dos centros de consciência. Estes Chakras se correspondem com outros centros na espinha dorsal e o nervo plexo no corpo físico. Já que os centros físicos mantêm estreita relação com os centros astrais, as vibrações produzidas nos centros físicos através de métodos prescritos, provocam os efeitos desejados nos centros astrais. Cada Chakra representa um estado de consciência. É um centro de consciência sutil e tem um sentimento, tom, bem aventurança ou felicidade específicas. É um local de armazenamento de forças energéticas. Uma característica particular predomina em cada um dos Chakras. Há uma deidade que preside cada Chakra. Os sete Chakras principais correspondem-se com os sete lokas, planos mentais ou astrais.A localização dos Chakras e sua correspondência no corpo físico:



Muladhara: localizado no   extremo inferior da coluna vertebral, corresponde-se com o plexo sacro. 
Swadhisthana: nos órgãos genitais,corresponde-se com o plexo prostático. 
Manipura: no umbigo, corresponde-se com o plexo solar. 
Anahata: no coração, corresponde-se com o plexo cardíaco. 
Vishuddha: na garganta, corresponde-se com o plexo laríngeo. 
Ajna: entre as sobrancelhas, corresponde-se com o plexo cavernoso. 
Sahasrara: na coroa da cabeça 

Quando a Kundalini é despertada, passa através do Muladhara por todos os Chakras. para cada um dos centros aos quais o yogui dirige a Kundalini, se experimenta uma forma especial de êxtase. Ao mesmo tempo, Siddhis, ou poderes psíquicos e conhecimento são adquiridos.
Cada Chakra tem um número particular de pétalas e cada uma delas está associada com a letra do alfabeto sânscrito. As vibrações que são produzidas em cada pétala pelo som da energia da Kundalini Shakti são representadas com uma letra em sânscrito. Cada letra denota um mantra de Devi Kundalini, presente em forma latente. Estes podem manifestar-se em forma de vibrações nos nadis durante a concentração.
O número de pétalas varia: Muladhara 4, Swadhisthana 16, Manipura 10, Anahata 12, Vishuddha 16 e Ajna 2.
As cinquenta letras sânscrita se encontram nas cinquenta pétalas. O número de pétalas em cada Chakra é determinado pelo número e pela posição dos nadis que o rodeiam.
Cada Chakra tem a aparência de uma flor de lótus com os nadis como pétalas. Os Chakras tem suas pétalas viradas para baixo quando o Kundalini se encontra no Muladhara Chakra. Mas quando a Kundalini desperta, os Chakras viram para cima. Eles sempre ficam voltados para a Kundalini.
Muladhara Chakra


Muladhara, situado na base da espinha dorsal, está dotado de uma mandala retangular de cor amarelo, que representa o principio da Terra, com o bija mantra LAM. As vibrações dos sons das quatro pétalas carmins, vam, bam, sham e sam são lidas no sentido dos ponteiros do relógio partindo da pétala superior direita. Brahma é a deidade que o preside. Aqui a Kundalini está adormecida até que Brahma granthi ( nó de Brahma) aberto por um Sadhana rigoroso e uma intensa purificação, permite que la ascenda. A meditação em Muladhara confere conhecimento da Kundalini, assim como o seu despertar. Ela outorga o alento, o controle mental e o conhecimento do passado, presente e futuro.
Swadhisthana Chakra

Swadhisthana , localizado na zona genital, controla o baixo abdome no corpo físico. Seu elemento é a água. Em uma branca lua crescente, tem Vam como seu bija. As seis pétalas de cores carmins são representadas por bam, bham, mam, yam, ram e lam. Vishnu é a deidade que o preside. A concentração em uma lua crescente de Swadhisthana concede controle sobre o elemento água e confere poderes psíquicos  conhecimento intuitivo e conhecimento das entidades astrais. Muitas qualidades impuras são aniquiladas.
Manipura Chakra


Manipura, localizado na altura do umbigo, corresponde-se com o plexo solar.A mandala triangular vermelha contém no centro o elemento fogo junto com o bija mantra Ram. As dez pétalas púrpuras escuras, como nuvens pesadas de chuva, contêm dam, dham, nam, tham, dam, dha, nam, pam e pham. A deidade que preside é Rudra. A concentração no Manipura elimina o medo do fogo e mantém o praticante livre de enfermidades.
Anahata Chakra

Na região do coração, o elemento de Anahata, o ar, possui uma mandala de cor cinza (fumaça). A estrela de seis pontas tem Yam com seu bija. As doze pétalas vermelhas profundas contêm kam, kham, gam, gham, nam, cam, cham, jam, jham, mam, tam e tham. Isha é a deidade que o preside. O som Anahata, a vibração primitiva de Sabdabrahman, se ouve aqui. A meditação no Anahata Chakra concede qualidades puras, amor cósmico e diversos poderes psíquicos.
Vishuddha Chakra

Vishuddha, localizado na base da garganta, corresponde-se com o plexo laríngeo no corpo físico, assim como também com o quinto plano cósmico. Dentro de um circulo azul puro, se encontra o seu elemento, o éter, com o bija Ham. As dezesseis pétalas da cor púrpura esfumaçada contêm as vogais do sânscrito am,am, im, um, um, rm, rm, lm, lm, em aim, om, aum, am, ahm. A deidade que o preside é Sadasiva. Quem medita em Vishuddha consegue grandes êxitos, completa o conhecimento dos quatros Vedas e conhece o passado, o presente e o futuro.
Ajna Chakra

Na zona da sobrancelha, Ajna, o assento da mente, tem o OM como sua semente em um circulo puro. A cada lado tem duas pétalas, também de cor branca pura e suas vibrações são representadas pelas letras sânscritas ham e ksham. O elemento é Avyakta, a nuvem primordial da energia e a matéria indiferenciada, Paramsiva é a deidade que o preside.
Sahasrara Chakra

Sahasrara sobre os demais centros, está localizado na coroa da cabeça, correspondendo-se com a glândula pineal do corpo físico. Suas mil pétalas, sobre as quais se repetem as cinquenta letras do alfabeto sânscrito, são a morada de Shiva. Quando a Kundalini Shakti se une com Shiva no Sahasrara, o yogui experimenta uma benção extrema, consegue o estado de supra consciência, o conhecimento mais elevado e transforma-se em um jnani desenvolvido.

Vajra Hamsasana - Postura do Cisne



Técnica: Sente-se em vajrasana com as mãos sobre os joelhos. Ao inspirar eleve os braços, expirando traga o tronco a frente e mantenha os braços alongados.
Respiração:Livre
Permanência: Alguns minutos.
Concentração:Em Muladhara Chakra, em Manipura Chakra e na respiração.
Benefícios:Este asana fortalece os músculos pélvicos, relaxa o nervo ciático e regula o funcionamento das glândulas supra renais. ajuda a corrigir a constipação e a dominar a raiva.É benéfico para as mulheres que tem a pélvis pouco desenvolvida e também para eliminar desordens sexuais em geral.
Histórias, lendas e mitos: Kalahamsa  o cisne da eternidade

Índice Alfabético de órgãos e doenças com indicação de práticas yoguis para seu cuidado.

Abdome
Aborto 
Acidez
Acne

Indra liberta os rios



Armado com um raio (Vajra), Indra é, por vezes, acompanhado pelos Maruts, os ventos da tempestade. Aquando das suas expedições, monta Airavata, o seu elefante branco com seis dentes. Os sacerdotes ou brâmanes suplicam-lhe que escute os elogios que lhe dirigem. Se forem bem feitos, este deus dará a vitória num combate aqueles que lhe imploraram.
Na Índia, a água dos rios é essencial, pois irrigaa terra e torna mais rica para as culturas. Se    água, os homens conhecem a fome. Um dia, a terrível serpente Vritra impediu o curso da água dos rios, atravessando-se no seu caminho, criando uma barreira com o seu corpo. Mas Indra decidiu libertar as águas prisioneiras. E corta ao meio Vritra com a sua arma. O corpo da serpente monstruosa desaparece debaixo das águas que se precipita enfim em direção ao mar. Foi assim que Indra permitiu que os sete rios sagrados irrigassem de novo as terras.




Supta Vajrasana - Postura do raio deitado



Técnica: Sente-se em Vajrasana com a ajuda dos cotovelos vá para trás até a cabeça tocar o chão e as   costas estar totalmente arqueada. coloque suas mãos sobre os músculos das coxas e certifique-se dos joelhos tocarem o chão. feche os olhos e relaxe o corpo.
Respiração: Lenta e profunda
Permanência: Para obter benefícios físicos alguns minutos é o suficiente. Para quem quer executar este Asana buscando benefícios espirituais devem praticar durante um período maior.
Concentração: Para fins espirituais em Swadhistana Chakra. Como exercício físico na coluna, abdome e na respiração.
Precauções: Deve-se tomar cuidado para não tensionar demais os músculos das coxas e os ligamentos dos joelhos, observar que estes devem tocar o chão.
Benefícios: Se trata de um Asana para curar doenças abdominais, especialmente a constipação.Também fortalece os nervos da coluna vertebral.
Histórias, lendas e Mitos:Indra liberta os rios

Abdome



Fortalecimento e tonificação geral.
Supta Vajrasana,
Vraja Hamsasana,
Ushtrasana,
Trikonasana,
Yoga mudra,
Matsyasana,
Tolangulasana ,
Qualquer asana de anteflexão e retroflexão.
Ardha Matsyendrasana,
Halasana ,
Drutra Halasana ,
Merudandasana ,
Niralamba Paschimottanasana ,
Mayurasana ,
Brahmacharyasana ,
Agnisar Kriya ,
Nauli.